o teu ás
é de qual
naipe?
Eliana Pichinine
presa
no vagão
fingia
não sentir
agonia
disse tudo
com aquele
olhar de imensidão
o
hábito
saiu sozinho
e
fez tudo
de novo
com
espinha
e tudo
fiz pirão
daquele
poema
sobre
peixe
o
que
sobrou
deixei
pro
pescador
contar
às vezes
ilha
às vezes
pilha
às vezes
trilha
aquele sorriso
de menino feliz
cabe aqui
toda vez
que me apaixono
por você